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Yellow: bicicletas roubadas e danificadas não prejudicam operação

Imagens de bicicletas quebradas, com cadeado privado e sem pneus, surgiram nas redes sociais 20 dias após a startup de bike sharing começar suas atividades

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Yellow: bicicletas roubadas e danificadas não prejudicam operação
Foto: Divulgação

Imagens e vídeos de bicicletas amarelas sendo roubadas, sem pneus ou danificadas começaram a circular nas redes sociais nesta semana. As bikes são da empresa Yellow, que lançou um serviço de compartilhamento em São Paulo no dia 2 de agosto. Pelo modelo dockless (que dispensa estação fixa e difere do Bike Sampa), os usuários podem retirar e estacionar uma bicicleta em qualquer lugar. O pagamento e a liberação da bike são feitos pelo aplicativo da empresa. É cobrado R$ 1 por 15 minutos de uso. 

Alguns usuários, contudo, não têm respeitado as regras do serviço. Imagens compartilhadas mostram bicicletas sem pneus (que são fabricados fora do país e não furam), com aro distorcido, sem guidão, sem banco ou jogadas no lixo do meio calçada. Há também relatos de usuários travando com cadeados próprios as bicicletas ou guardando as bikes dentro de casa — para que elas estejam ali quando eles quiserem usá-las novamente. 

Em comunicado, a Yellow comentou que os "casos de vandalismo ou de furtos" de suas bicicletas estão "abaixo do previsto" e "não preocupam as operações da empresa". A startup afirma que tem mantido diálogo com a Polícia Civil, Militar e Guarda Militar, para solucionar casos e garantir o funcionamento do serviço. Além disso, afirmou que funcionários da empresa (chamados de "Guardiões Yellow") trabalham nas ruas para garantir o bom posicionamento das bicicletas, realizar pequenas manutenções e apoiar boas práticas de usuários.

A startup também ressaltou aquilo que considera a maior "desvantagem" para um roubo em massa das bicicletas: "peças exclusivas" e "sistema de rastreamento por GPS". "Todas as bicicletas Yellow são feitas com peças que não se adaptam a outros modelos. Além disso, são rastreadas por sistema GPS, o que já evitou episódios indesejados e ainda levou à recuperação de bicicletas e à apreensão de pessoas envolvidas nesses casos", afirmou a empresa no comunicado. 

Primeiro serviço de compartilhamento de bicicletas deste tipo em São Paulo, a Yellow iniciou a operação colocando 500 bicicletas nas ruas da Zona Oeste e da região da Vila Olímpia. A promessa é aumentar este número de forma gradual até chegar a 20 mil. Hoje, dia 22 de agosto, a empresa diz disponibilizar 2 mil bicicletas na cidade. 

Há 20 dias, quando lançou oficialmente o serviço, o CEO da Yellow, Eduardo Musa, afirmou que a empresa iria enfrentar problemas no início da operação. Musa, que foi presidente da Caloi de 1999 a 2016, disse que o modelo de bike sharing exige adaptações e planejamento — da empresa e dos usuários — para funcionar. "É evidente que veremos problemas como uma bicicleta estacionada em um lugar errado ou problemas com o aplicativo. Além disso, há toda a mídia negativa causada por empresas de bike sharing que surgiram em outros países e cuja operação foi fracassada", disse no dia 2 de agosto. "Mas nós estudamos o que deu errado lá fora. Aqui, o jogo é outro. Estamos trabalhando com o poder público para que dê certo".

Confira algumas imagens compartilhas nas Redes sociais:

 

 

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