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Para fugir dos ônibus, moradores de Rio Preto usam bicicleta e até táxi

Motorista vai de bicicleta ao trabalho e gasta menos tempo. TEM Notícias mostrou o sufoco de passageiros nos ônibus da cidade.

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Para fugir dos ônibus, moradores de Rio Preto usam bicicleta e até táxi
Foto: Reprodução

Com a longa espera no transporte coletivo de São José do Rio Preto (SP), ônibus lotados, alguns buscam outras alternativas mais rápidas para se movimentar na cidade. Por isso, mototáxi, táxi ou até mesmo a bicicleta se torna uma opção viável.

O motorista Genivaldo Aparecido Fracasso acorda todos os dias às 5h. Depois de tomar um café da manhã reforçado, o motorista está pronto, mas o primeiro veículo que ele vai conduzir é a boa e velha bicicleta. “Há dois anos eu tenho essa rotina, para evitar o transporte coletivo e ajudar na saúde. Além de ser mais rápido, porque de ônibus não dá”, afirma.

Quando o Genivaldo sai de casa, o sol ainda nem apareceu, mas já é hora de pedalar oito quilômetros, do bairro Etempe até o São Manoel, onde fica o Hospital de Base, em Rio Preto. “Gasto em média de bicicleta de 30 a 35 minutos, se for de ônibus é uma hora e meia com certeza. Com isso eu economizo tempo, dinheiro e melhora a minha saúde”, diz.

Já a dentista Sandra Gomes mora perto do trabalho, mas mesmo assim, precisa se preparar com antecedência. A carona é acionada todos os dias pelo telefone. “Há dois anos uso o táxi, com isso não preciso me preocupar em estacionar o carro no centro e não gasto com estacionamento. Para usar o transporte público, eu precisaria pegar dois ônibus e na maioria dos horários estão lotados”, afirma. De táxi, o trajeto dura em média dez minutos. Pela comodidade, a dentista gasta mais de R$ 400 por mês.

Ir para o trabalho de bicicleta ou de táxi não é apenas uma opção do Genivaldo e da Sandra. Os dois não estão satisfeitos com o transporte público de Rio Preto. Aliás, essa insatisfação, eles dividem com milhares e milhares de pessoas. O Tem Notícias mostrou nesta terça-feira (9) mais uma vez o drama que os passageiros de Rio Preto enfrentam todos os dias.

A empregada doméstica Laíde tem uma longa viagem até o serviço, quase duas horas dentro do ônibus. O trajeto da Vila Azul até o terminal leva 45 minutos. Ao chegar ao terminal, muito movimento. Os ônibus mal estacionam e os passageiros formam filas enormes. Dentro dos coletivos, a disputa por espaço é grande. Muita gente viaja em pé, outros passageiros só conseguem lugar na escada, o que é proibido por lei.

Diante dos problemas, o coordenador de transportes de Rio Preto, Fernando Batista Coelho, prometeu mudanças imediatas no sistema de circulares. “A prefeitura já detectou algumas linhas que têm muita ocupação, mas deve ser sanado até o fim de outubro. Transporte coletivo em Rio Preto é fiscalizado constantemente”, afirma.

Sobre a criação de corredores de ônibus, o coordenador de transportes disse que eles serão implantados até o final do ano. Já sobre os miniterminais nos bairros, a previsão é que eles sejam reformados com  dinheiro do PAC da mobilidade.

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