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Mulheres no ciclismo: o sexo não tão frágil

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Mulheres no ciclismo: o sexo não tão frágil
Foto: Divulgação

Assim como em muitos outros segmentos, as mulheres estão buscando e conquistando seu merecido espaço, seja nos esportes radicais ou na sociedade. Nos tempos antigos, quando surgiram as primeiras bicicletas, as mulheres aventuraram-se, mas encontravam empecilhos nas roupas, que eram muito volumosas e compridas, e no preconceito dos homens.

Na história da desigualdade feminina na qual, quase tudo era coisa pra homem, a bicicleta também foi uma conquista. A invenção seria um instrumento que daria a elas, autonomia e independência. Com o passar dos anos, a moda também foi se adaptando às mulheres que queriam desfrutar do veículo de duas rodas.

Hoje em dia, cada vez mais as mulheres se interessam pelas bicicletas, seja por necessidade, benefícios à saúde, lazer ou esporte. Sem perder a vaidade, omundo da bike rende-se aos desejos femininos de acessórios e modelos produzidos exclusivamente para elas, buscando mais conforto. As bikes tiveram que se adaptar para esse público, que cresceu exponencialmente nos últimos anos.

A presença do sexo feminino é cada vez mais frequente em competições, treinos e passeios ciclísticos, normalmente, em busca de diversão, boa forma física e adrenalina.

História e desafios do ciclismo feminino

Uma das mulheres que teve grande importância para o ciclismo feminino no mundo chamava-se Edna Eileen Gray. Tudo começou na Segunda Guerra Mundial em Londres, quando os transportes públicos estavam em greve e ela adotou a bicicleta como seu meio de transporte para ir trabalhar. Tempos depois, já muito envolvida com o ciclismo, Edna juntos com mais três ciclistas viajaram para Ordrup, região de Copenhague, para participar de uma competição de trilhas. Assim, elas formaram a primeira equipe britânica de ciclismo feminina a participarem de competições internacionais. Elas venceram e, a partir de então, algo mudou. Outras mulheres perceberam que também poderiam fazer parte dessa conquista. E para auxiliá-las a vencer o preconceito, a ciclista fundou a renomada Women’s Cycle Racing Association (WCRA).

No Brasil, infelizmente, ainda temos poucas mulheres no ciclismo. Atualmente, apenas 726 mulheres são filiadas à Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) e os restantes 7.302 ciclistas são do sexo masculino. Segundo a ciclista brasileiraAna Paula Polegatch, o ciclismo feminino no país ainda é pouco valorizado e as atletas precisam ter outra fonte de renda, por causa dos salários baixos. Mas, esses problemas não foram motivos suficientes para acabar com sua carreira. Hoje ela é patrocinada pela Memorial Santos e é 3º sargento da Força Aérea Brasileira, onde ingressou para poder participar dos Jogos Militares e ter a oportunidade de competir internacionalmente.

Seja qual for a modalidade, elas vem se destacando e mostrando que o sexo frágil também sabe ser forte.

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