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Cuidados ao pedalar acompanhado do animal de estimação

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Cuidados ao pedalar acompanhado do animal de estimação
Foto: Arthur de Souza/Esp. DP/D.A Press

A servidora pública federal Flávia Vilela, 39 anos, sempre gostou de andar de bicicleta. E sempre adorou animais de estimação. Já teve gato, sagui, chinchila. Desde que comprou, há quatro anos, a cadela Gigi, da raça shih-tzu, resolveu unir as duas paixões em uma só. "Sempre que posso, levo Gigi pra passear comigo de bicicleta", conta. O hobby ganhou força depois que a prefeitura do Recife passou a instalar ciclofaixas móveis aos domingos e feriados, cobrindo da Zona Sul à Zona Norte da cidade.

Flávia e o marido, Mário Bezerra, 47 anos, também servidor público federal, sabem que é preciso ter cuidado na hora de levar o animal de estimação sobre a magrela. "Quando saio com ela, minha velocidade já diminui automaticamente. Caso eu esbarre em outra bicicleta, o choque não vai ter tanto impacto". Além da atenção redobrada, o casal investe na manutenção da bike e nos acessórios adequados. "Meu marido checa os freios e os pneus antes de pedalarmos. E Gigi sempre vai na cesta, com uma coleira amarrada ao guidão".

Na loja Cão Q Ri (F.: (81) 3325-1595), com sede no Shopping Recife, por exemplo, o ciclista pode encontrar desde cestas (de aço e tecido, da marca Ibiyaya, por R$ 499) a óculos para proteger a visão dos cães (de plástico e tecido, com proteção UV, da marca Dogglies, a partir de R$ 115). Na concorrente Petit Pet (F.: (81) 3465-1168), no entanto, a visão de Caio Gondim, 40 anos, ciclista e proprietário da loja, difere. Ele não vende produtos voltados a animais por temer pela segurança dos mesmos. "Pessoalmente, acho arriscado levar o próprio pet para andar de bicicleta. Até porque a cesta não me parece tão confortável para passeio".

A veterinária Lorena Nery, vinculada à Clínica Veterinária Harmonia (F.: (81) 3241-6359), pede prudência. "Se o dono quiser passear com o cachorro, o cuidado deve ser extremo. No caso de um acidente, o animal seria o primeiro a se machucar", explica. Ela, entretanto, diz nunca ter atendido na emergência nenhum caso de animal acidentado por colisão de bicicletas e afins. A própria Flávia corrobora a ideia de que nem todo cão se adapta ao passeio. "Não adianta forçar. No meu caso, tenho a sorte de Gigi ser muito calma. Vamos juntas, sem maiores problemas", defende.

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