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Ciclistas usam apito para tentar evitar roubos de bicicletas no interior de SP

Em Campinas, eles só saem em grupo; em Limeira, mapearam rota de risco. Busca por seguro aumentou nos últimos anos; bikes custam até R$ 10 mil.

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Ciclistas usam apito para tentar evitar roubos de bicicletas no interior de SP
Foto: Reprodução / TV Globo

E quando andar de bicicleta vira uma atividade de risco? O número de assaltos deu um salto, no interior de São Paulo, e os ciclistas agora só saem para pedalar em grupo.

Eles pedalam juntos toda semana e a cada encontro o alerta é reforçado. “A gente está sendo alvo de muito assalto, marginais que estão de olho nas bikes que a gente está pedalando. Então vamos ficar espertos. Se vir alguma coisa estranha avisa o staff, o pessoal passa um rádio”, avisou um ciclista pelo megafone.

Por causa da violência, um grupo de Campinas adotou várias medidas. Ninguém pedala sozinho. Os ciclistas usam uniforme, apito e rádio para se proteger dos assaltos.

“A gente avisa o pessoal. Se a gente vê alguma coisa suspeita, o grupo para, se fecha, para a gente poder tomar uma medida”, disse um ciclista.

Não existe uma estatística oficial da polícia de ocorrências envolvendo bicicletas, mas ciclistas voluntários criaram um cadastro nacional. Já são mais de 1,5 mil registros de assaltos e furtos no país, a maioria no estado de São Paulo.

“Geralmente eles pegam a pessoa desprevenida e derruba a pessoa da bike. É violento. As pessoas chegam a se machucar. E levam a bike a força”, contou Luis Carlos Rosa, presidente do Campinas Bike Clube.

O valor das bicicletas é um dos atrativos. Uma delas custa cerca de R$ 10 mil. O dono colou adesivos para esconder a marca. Além de praticar ciclismo, Abílio é corretor e diz que a procura por seguros de bicicletas aumentou nos últimos anos.

“Existem algumas companhias seguradoras e corretoras que estão se especializando nisso”, afirmou Abílio de Martin.

Em Limeira, atletas mapearam os trechos perigosos em cerca de 200 quilômetros de trilha e identificaram porque as bicicletas se tornaram alvo. “Muitas delas são para o tráfico de drogas. Qualquer bicicleta na mão de um traficante vale R$ 50”, revelou Francisco José Vieira Cardoso, presidente do Limeira Bike Clube.

Rodrigo foi assaltado junto com os amigos. Levaram três bicicletas, e as redes sociais se tornaram aliadas contra a violência. “Duas das bicicletas foram recuperadas. Alguém deve ter visto com pessoas em lugares que não condiziam com alto custo e chamou a polícia”, contou o professor de educação física Rodrigo Augusto de Lima.

Veja o vídeo da reportagem aqui.

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