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Cartas de Berlim: O verão de Berlim vai ser movido a pedal

Dois sistemas de bikes públicas estão em fase de expansão na capital alemã

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Cartas de Berlim: O verão de Berlim vai ser movido a pedal
Foto: Divulgação

Março em Berlim, a temperatura começa a subir e as bicicletas se multiplicam pelas ruas. Mas na última semana tinha umas diferentes por aqui. Para ser mais preciso, 3.500 delas.

No dia 5 de março, as chamadas Lidl bikes estreiaram nas ruas de Berlim. Lidl é uma rede de supermercados alemã que patrocina este novo programa de bicicletas públicas, nos moldes das bikes do Itaú, em São Paulo, Rio, Brasília, entre outras cidades.

Avistei a novidade pela primeira vez na principal rua de Berlim, a Unten den Linden, perto do portão de Brandemburgo. Uma dupla de policiais, também de bicicleta, puxava conversa amistosamente com os ciclistas e queria saber se as bikes públicas eram mesmo confortáveis.

Até então a Alemanha tinha dois esquemas de bikes públicas, a Nextbike e a Call a bike, da empresa de trem alemã DB. No entanto, nenhum deles tinha realmente se popularizado e caído nas graças da população, como aconteceu em Londres e Paris.

As Lidl bikes são uma evolução da Call a bike e desenvolvidas em parceria com a empresa de trem Deutsche Bahn, mas o aluguel delas ficou mais fácil.

Eu usei as antigas bikes da DB, um ou duas vezes, quando recebi amigos de visita em Berlim durante o verão. O sistema não era tão prático e com frequência dava problema. Não me lembro bem dos detalhes, somente de uma sensação de complicação na hora de pegar as bicicletas.

Neste último fim de semana, os meus sogros vieram de visita. Diante do fim de semana ensolarado, decidimos experimentar a novidade. Em poucos minutos, eu baixei o aplicativo e me cadastrei no sistema. Tudo funciona pelo app. É só escolher a bicicleta que se quer liberar, digitar o número dela e teclar um código de 4 dígitos que você recebe no aplicativo mesmo. Tudo bem descomplicado.

Os preços não são exatamente baratos. A taxa anual do programa é de 3 euros. A primeira meia-hora custa 1,50 euros e a partir daí, cada meia hora, mais um euro. Para ficar um dia com a bike são 15 euros. Outra opção é pagar uma taxa de 49 euros por ano e usar as bikes por 30 minutos quantas vezes bem entender.

A concorrente Nextbike também quer expandir. Ela recebeu um financiamento anual do Senado de Berlim no valor de 1,5 milhão de euros. Os planos são de até 2018 disponibilizar 5.500 bikes para o público. Até maio deste ano, eles devem colocar duas mil bikes.

Os dois sistemas são uma boa notícia para quem quer pedalar por Berlim. O único problema é o preço. Se a ideia é realmente popularizar os programas de bicicletas públicas, uma tarifa que caiba no bolso seria um bom começo.

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