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Bicicletas elétricas ganham espaço entre fábricas em Manaus

Por D24AM
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Bicicletas elétricas ganham espaço entre fábricas em Manaus
A fabricante Dafra lançou o modelo DBX no Salão Duas Rodas, na segunda semana de outubro e ampliou para quatro o portfólio de e-bikes produzido em Manaus, um a menos que a Kasinski.
Foto: Divulgação

A busca por maior mobilidade em grandes cidades, a procura por um transporte próprio mais acessível e o lazer estão motivando o crescimento de veículos elétricos no País, principalmente de duas rodas. Ainda novidade no mercado, a produção de bicicletas elétricas também chamadas de e-bikes, tem se expandido e promete dominar o segmento de duas rodas.

A e-bike é adequada tanto para o lazer quanto para o trabalho porque também funciona como uma bicicleta mecânica. Basta desligar o motor elétrico e ela pode ser usada da mesma forma. Para o trabalho, é uma alternativa mais barata e que diminui o cansaço por ter maior velocidade.

Há vários motivos para esse crescimento, avalia o vice-presidente da Dafra, Francisco Stefanelli. “Estudos mostram que, nos próximos anos, a venda de veículos elétricos motorizados de duas rodas vai superar a de veículos elétricos de quatro rodas. As e-bikes devem dominar esse segmento, com 56%, superando as motos, com 43%, e os scooters, com 1%”, afirma Stefanelli.

A Dafra possui uma linha de três modelos de bicicletas elétricas e lançou mais um no Salão Duas Rodas, na segunda semana de outubro. A DBX é a e-bike com preço mais acessível da marca, R$ 1,6 mil, e com autonomia de 35 quilômetros com tempo de carregamento de 8 horas.

Já a DBL, de R$ 2,5 mil, tem quadro em alumínio e bateria de lítio. A velocidade máxima da e-bike é de 25 km/h, ao alcançar esse nível, automaticamente o motor elétrico é desativado. Pode ser carregada em qualquer tomada por 5h e o consumo mensal é o mesmo de um abajur.

A DB0 com preço sugerido de R$ 2,9 mil pode ser dobrada. “Com isso, é excelente para complementar outros meios de transporte, pois pode ser facilmente colocada no porta-malas do carro, ou levada no trem ou metrô”, explica o vice-presidente da Dafra. Para carregá-la, basta plugá-la a qualquer tomada de 3h a 5h.

A OX Bike possui, atualmente, cinco modelos de bicicletas elétricas, todas equipadas com o sistema de pedal assistido. Para o motor funcionar é necessário que o condutor pedale, mas com assistência que vai até 90%. “Assim, a pessoa começa com 90% de assistência, onde ele não precisa fazer quase nenhum esforço, e vai diminuindo essa ‘ajuda’ conforme adquire resistência”, afirma o diretor executivo da OX Bike, David Peterle Santiana.

O produto é equipado com bateria de lítio e está disponível também na versão dobrável. O preço sugerido vai de R$2.790 a R$ 2.990.

As bicicletas elétricas são produzidas no Polo Industrial de Manaus (PIM) desde 2010, mas foi a partir de 2012, com a diversificação da produção da CR Zongshen e da Dafra, que a produção alcançou níveis maiores.

De acordo com dados da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), até agosto de 2013, a produção de e-bikes chegou a 60% do que foi produzido em todo o ano de 2012. As vendas até agosto de 2013 totalizaram 2,7 mil unidades e já ultrapassaram as vendas realizadas em todo o ano passado, 2,3 mil.

Vendas

A CRZ E-Power, detentora da marca Velle (Veículos Elétricos Leves), pertence ao grupo CR Zongshen, que também detém a marca Kasinski e produz cinco modelos de bicicletas elétricas em Manaus.

A linha de bicicletas elétricas Velle começou a ser fabricada no primeiro semestre de 2012. A companhia é a primeira fabricante mundial a produzir bicicletas, scooters e moto elétrica no Brasil.

“O varejo ainda está buscando um posicionamento para o produto que, embora seja dominado no seu modelo mecânico, ainda é pouco conhecido na sua versão elétrica pelo consumidor”, afirma o CEO da CRZ EPower, José Ricardo Quintana.

Para ele, a participação no mercado deve se consolidar à  medida que a e-bike tornar-se conhecida dos consumidores brasileiros, o que deve ser alcançado com estratégias de marketing e regulamentação governamental. É preciso também avançar em estratégias de negócio, como preço competitivo e melhora na tecnologia, abastecimento regular dos canais de distribuição e rede de assistência técnica com cobertura no Brasil e disponibilidade de peças de reposição. “Inovação constante é um fator de sucesso”, afirma.

Todos os modelos são ‘pedelecs’, ou seja, são bicicletas normais assistidas por motor elétrico. O ciclista pedala para que o motor entre em ação. A autonomia média é de 40 Km. Por serem modelos pedelecs, o motor auxilia o ciclista até 25 km/h. Acima dessa velocidade, o ciclista segue com as próprias forças. Os preços das bikes elétricas Velle variam de R$ 2,2 mil a R$ 3,5 mil.

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