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A Superação por meio da Bicicleta

Com sorriso no rosto, Fernanda Prieto encara uma rotina pesada entre o nosso setor de Imunologia, os cuidados com a casa e o marido, além dos puxados treinos de mountain bike, esporte que pratica há dois anos

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A Superação por meio da Bicicleta
Foto: Divulgação

O vento bate no rosto e vem aquela sensação indescritível de liberdade. Quem é apaixonado por bicicletas sabe o prazer que se tem ao pedalar: as paisagens, o movimento constante do corpo, a paz.

É uma motivação como essa que faz Fernanda Prieto, Supervisora de Núcleo Técnico Operacional no nosso setor de Imunologia, seguir em frente todos os dias com sua grande paixão: o mountain bike.

Aos 35 anos, Fernanda, que vem da cidade de Garça, no interior paulista, coleciona títulos: campeã invicta Interestadual, campeã Paulista, campeã da Copa SRAM, vice-campeã do Campeonato GP Ravelli, 3a colocada na Copa Santa Catarina, 6a colocada na geral da Copa Internacional de Mountain Bike, entre outros. E o mais impressionante: tudo isso só em 2012, ano de sua estreia na elite do esporte.

Porém, esse êxito não é resultado de uma vida inteira dedicada ao esporte. “Pratico mountain bike há dois anos. Comecei porque estava um pouco fora de forma. Já andava de bicicleta, mas só aos finais de semana. Aí passei a aumentar a frequência e comecei a pedalar à noite, com um grupo, toda semana. Então, fui melhorando o condicionamento físico e hoje, treino para competir”, conta Fernanda.

Além da forma física, outro fator ajudou um bocado a incentivá-la: o marido Audrei, com quem está há dez anos. “Ele também pratica o esporte, mas faz por prazer, não por competição. Mesmo assim, ele entende minha rotina rígida e controla meus treinos tanto quanto meu treinador. Brinco que tenho um treinador 24 horas.”.

Fôlego e determinação
24 horas. Este é o tempo que Fernanda tem para cumprir uma rotina que parece maratona. Além de trabalhar todos os dias, faz seu treino no campus da Universidade de São Paulo (USP) duas vezes por semana e, nos outros dias, em casa, com uma bicicleta adaptada (a roda traseira da bike é encaixada em um rolo, e é possível colocar carga para simular as variações do solo). “Toda terça e quinta de manhã chego à USP às 5h30 e treino até 8h. Vou para casa rápido, tomo banho e vou para o trabalho, onde fico até umas 19h, 19h30”, conta. O trajeto do trabalho para casa leva, em média, duas horas, mas ela ainda precisa de ânimo e disposição para cuidar da vida doméstica depois do expediente.

Tudo está de acordo com sua planilha de treino e planejamento do dia, que ela segue à risca. Do contrário, acre- dita, os resultados não viriam. O descanso do puxado ciclo de treinos acontece duas vezes por semana, quando não es- tá em época de provas. Quando as competições começam, só há um dia para relaxar. “Não sou só eu que faço isso. Quando estou na USP, vejo muitas pessoas treinando bem cedo. Costumo dizer que difícil não é fazer o esporte, é se dedicar a ele. Quem nunca entrou numa academia e arrumou mil desculpas para não ir? Também já fiz isso!”, diz, rindo. E completa: “Mas é só dar o primeiro passo…”

Escolhas
Horas livres, ela até tem. Só que também são controladas, assim como os treinos. Cuidar da beleza, por exemplo, é algo que faz, mas sem despender muito tempo. As unhas, confessa, não ficam pintadas por vários dias por conta do esporte, então, procura deixá-las mais ao natural. “A vantagem é que eu não sou tão vaidosa assim”, brinca. Mas ela se preocupa em estar sempre bem vestida. E com boa alimentação, o que faz parte da rígida rotina de atleta.

Quando o assunto é diversão, Fernanda sabe que tudo tem que ser bem pensado e planejado. Se a vontade é de ir ao cinema durante a semana, tem de pensar duas vezes, pois precisa dormir cedo por conta do treino. As idas à praia também diminuíram desde que começou a competir. “Preciso fazer escolhas. Se quero competir, devo ter disciplina. Tive de abrir mão de muita coisa que eu até sinto falta, mas o prazer que tenho a cada prova finalizada compensa tudo. Não estou perdendo tempo. Estou deixando de fazer umas coisas, pra fazer outra, que me dá tanto prazer quanto.” Filhos? Com a rotina atual, ela acha difícil. “Depois dos 40 anos, se tiver saúde pra isso, eu começo a pensar”, conta.

Por falar em idade, este é um tema que não assusta Fernanda. Tanto é que conta, com orgulho, que é uma das mais velhas entre as competidoras de elite do mountain bike. “Quando comecei, ouvi algumas críticas, gente que dizia que as outras meninas, que são mais novas do que eu, iam ganhar fácil de mim. Mas eu consegui provar o contrário”, diz. O que podemos aprender com Fernanda é que sempre há tempo para transformar nossa vida e cuidar da saúde. Organizar-se pode ser o diferencial. Seu corpo agradece!

Cuidado nunca é demais
Para manter seu corpo bem e sem correr o risco de deixar pequenas lesões se complicarem, conheça os exames que você deve fazer:

  • Avaliação Bioquímica
  • Eletrocardiograma (ECG)
  • Avaliação Antropométrica (Bioimpedância)
  • Teste Ergométrico
  • Perfil Metabólico
  • VO2 Real
  • Ecocardiograma
  • Avaliação Ortopédica

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