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Wilier 303 XT MIX

Revista Bicicleta por Pedro Cury
34.485 visualizações
06/12/2012
Wilier 303 XT MIX
Foto: Pedro Cury

A marca italiana Wilier existe desde 1906 e teve uma grande participação na história do ciclismo de estrada italiano. Hoje patrocina a famosa equipe Lampre e usa sua experiência na criação de mountain bikes.

A Bike

O quadro é feito todo em fibra de carbono e em peça única (monocoque), exceto a gancheira e rosca da caixa central. Até mesmo os encaixes de freio são em carbono, fazendo parte do quadro. É usado um carbono High Modulus, que promete maior rigidez para o conjunto. A junção do movimento central é super-dimensionada, com área 39% maior que os designs tradicionais e feita com o intuito de trazer maior transferência da força da pedalada, maior resistência e estabilidade. Não há protetor do lado do pedivela para evitar arranhados no carbono quando a corrente cai. O tubo de direção é 1.1/8" e o quadro é oferecido nos tamanhos pequeno, médio, grande e extra-grande.

A suspensão é uma Rock Shox Reba RL, com trava no guidão, controle externo de retorno, 100 mm de curso e funcionamento a ar. A suspensão tem o sistema Dual Air, no qual são usadas duas câmaras de ar independentes para melhor ajuste do amortecimento.

Os freios Shimano BL-M445 são a disco e hidráulicos, com rotores de 160 mm nas duas rodas.

A transmissão conta com o sistema Shimano Dyna Sys de 30 marchas, com câmbio traseiro Shimano XT, câmbio dianteiro Shimano SLX, passadores Shimano SLX, corrente Shimano SLX, cassete Shimano 12-34 dentes e pedivela Shimano FC-552 com 24-32-42 dentes e sistema HollowTech II, ou seja, com rolamentos externos.

As rodas são compostas por aros W.A.R.P. XC 500, 32 raios por roda, cubos Shimano RM66 e pneus Maxxis Crossmark 2.1 de Kevlar.

Exceto pelos punhos Velo e selim Prologo X 10 Nago Evo, o cockpit é todo composto por peças W.A.R.P. 5.0. O guidão tem 570 mm de largura, mesa de 90 mm e canote de 400 mm. A caixa de direção é FSA.

Esteticamente, a bike é predominantemente branca, mas com linhas azuis e pretas, tudo combinando com suspensão e selim brancos.

O Teste

O quadro é feito todo em fibra de carbono e em peça única (monocoque), exceto a gancheira e rosca da caixa central. Até mesmo os encaixes de freio são em carbono, fazendo parte do quadro. É usado um carbono High Modulus, que promete maior rigidez para o conjunto. A junção do movimento central é super-dimensionada, com área 39% maior que os designs tradicionais e feita com o intuito de trazer maior transferência da força da pedalada, maior resistência e estabilidade. Não há protetor do lado do pedivela para evitar arranhados no carbono quando a corrente cai. O tubo de direção é 1.1/8" e o quadro é oferecido nos tamanhos pequeno, médio, grande e extra-grande.

A suspensão é uma Rock Shox Reba RL, com trava no guidão, controle externo de retorno, 100 mm de curso e funcionamento a ar. A suspensão tem o sistema Dual Air, no qual são usadas duas câmaras de ar independentes para melhor ajuste do amortecimento.

Os freios Shimano BL-M445 são a disco e hidráulicos, com rotores de 160 mm nas duas rodas.

A transmissão conta com o sistema Shimano Dyna Sys de 30 marchas, com câmbio traseiro Shimano XT, câmbio dianteiro Shimano SLX, passadores Shimano SLX, corrente Shimano SLX, cassete Shimano 12-34 dentes e pedivela Shimano FC-552 com 24-32-42 dentes e sistema HollowTech II, ou seja, com rolamentos externos.

As rodas são compostas por aros W.A.R.P. XC 500, 32 raios por roda, cubos Shimano RM66 e pneus Maxxis Crossmark 2.1 de Kevlar.

Exceto pelos punhos Velo e selim Prologo X 10 Nago Evo, o cockpit é todo composto por peças W.A.R.P. 5.0. O guidão tem 570 mm de largura, mesa de 90 mm e canote de 400 mm. A caixa de direção é FSA.

Esteticamente, a bike é predominantemente branca, mas com linhas azuis e pretas, tudo combinando com suspensão e selim brancos.

Para testar, chamamos o mineiro Carlos Henrique, mais conhecido como Ike. O piloto compete há quase trinta anos, com títulos conquistados tanto no cross-country quanto no downhill.

Subindo, a bike mostra a rigidez esperada de um quadro de carbono com as tecnologias empregadas pela Wilier. É possível notar uma boa aceleração, que também é ajudada pela trava remota da suspensão e por seu baixo peso para essa categoria. O cassete com maior catraca de 34 dentes poderia ser de 36, o que agradaria os atletas menos fortes e os entusiastas. Os pneus também seguem a qualidade dos demais componentes da bike, porém, as rodas são mais básicas e deixam uma oportunidade de upgrade por modelos mais leves.

Já descendo, os freios Shimano, apesar de básicos, tiveram um bom desempenho, assim como os pneus, que possuem um comportamento bastante equilibrado. O guidão de apenas 570 mm deixa a desejar nos circuitos mais técnicos, que é a nova tendência no cross-country. Um guidão maior traria mais controle e segurança nas situações mais arriscadas.

Já a suspensão Reba teve um comportamento muito ativo e com possibilidade de regulagem de retorno para se adaptar a diferentes terrenos.

Conclusão

A Wilier 303 XT MIX traz equipamentos já com nível de competição, esperados para uma bike de entrada dessa categoria e com um preço bem atrativo. O quadro tem uma boa construção, com central super-dimensionado, porém, sem caixa de direção cônica e proteção. A suspensão já oferece um desempenho de competição, assim como outros componentes, excluindo as rodas e guidão que merecem um upgrade.

Garantia e Investimento

Garantia de cinco anos, mediante registro no site da marca, e um ano para os componentes.

Preço sugerido: R$ 6.800 (baseado no sudeste).

Mais informações acesse www.italbike.com.br.

Prós

• Suspensão
• Quadro com caixa
super-dimensionada

Contras

• Guidão estreito
• Quadro sem proteção

Vestuário: Camisa Free Force Podium, Bermuda Free Force Expedition, Óculos Tifosi Seek FC, Capacete Lazer, Luvas Wilier, Sapatilha Sidi, Meias SockGuy.

 

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