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Maria Cristina Fernandes - Eu Pedalo

Cachoeira Paulista – SP

Revista Bicicleta por Maria Cristina Fernandes
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16/02/2011

Descendo ladeiras. Foi assim que, quando criança, eu tive o meu primeiro contato com a bicicleta e aprendi a pedalar. Mas, como morava em cidade grande, infelizmente a distância, o trânsito e seus impedimentos não ajudaram, e a bicicleta ficou esquecida por muitos anos.

Em 2006, me mudei para o Vale do Paraíba e aqui as cidades são menores, a cultura é diferente e o meio de locomoção também. Tudo é mais perto, então, não há maneira melhor do que ir de bike.

Tudo começou quando meu marido encontrou com um grupo de ciclistas em nossa cidade. Em pouco tempo, ele estava pedalando com este grupo, aventu- rando-se em trilhas e ganhando o gosto pela bike. Ele sempre insistiu muito para que eu fosse junto com ele, dizendo que “nos passeios à noite iam outras mulheres, que eu iria gostar muito” e etc, mas eu não ligava.

Até que, por muita insistência, fui um dia nesse tal passeio, achei interessante, mas ainda não tinha me contagiado. Estava chegando a tradicional corrida de rua em Lorena, “Nossa Senhora das Graças”, onde alguns dos ciclistas da equipe iriam participar correndo, outros iriam até essa cidade pedalando. Fui com eles e o que eu não sabia era que a partir daquele dia entraria no melhor vício da minha vida: a bicicleta.

A partir deste dia, iniciei no mountain biking e não parei mais. Na mesma época, minha filha também começou a pedalar. Ela, meu marido e eu, além de alguns amigos, pedalávamos vários dias por semana. Pouco a pouco fui conhecendo cada trilha da região. O passeio mais longo que eu fiz foi até São José dos Barreiros. Foram 162 km de ida e volta, no mesmo dia. É interessante ver como quilômetros e horas parecem se converter em metros e minutos sobre a bike. Sempre fica um gostinho de quero mais no final de cada pedalada. Realizei este passeio duas vezes; ele sempre está na minha lista.

Comecei a treinar um pouco mais forte e decidi participar pela primeira vez do Big Biker Cup, na etapa de Taubaté, em 2010, que ficou conhecido como “Big Barro”. Eu nunca tinha pedalado na lama, não tinha técnica nenhuma, mas decidi enfrentar aquele desafio e ao completar a prova, ver o número de participantes que desistiram e receber a minha primeira medalha de finish, foi o meu melhor prêmio! Essa é uma competição na qual sempre gosto de participar e prestigiar, pois é maravilhoso sentir a adrenalina da largada, o companheirismo entre os participantes e o grande número de meninas pedalando.

Hoje, aos 40 anos, pedalo praticamente 40 km todos os dias, e reservo um dia na semana para ir na divisa com Minas Gerais, onde tem uma serra excelente para treino. Vou ao supermercado e faço todo tipo de compra de bicicleta, ela é meu veículo de locomoção e tenho o maior orgulho de dizer: “Eu pedalo!”

 

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