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Chuva e trilha

Não é só a forma de pedalar que muda quando chove – o terreno também fica diferente e exige maior atenção, independentemente do nível de dificuldade da trilha.

Revista Bicicleta por Anderson Ricardo Schörner
1.943 visualizações
07/07/2017
Chuva e trilha
Foto: Roberta D’Ippolito

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Tudo muda ao conduzir uma bicicleta sob chuva. Acessórios, técnica e atitude são diferentes numa trilha encharcada.

A própria trilha muda, ganhando características diferentes, e mesmo que o ciclista conheça bem o trajeto, essa condição climática abre valas, muda a consistência do solo e pode causar acidentes.

A ciclista Roberta D’Ippolito, de São Paulo, sofreu uma queda por este motivo em uma trilha no início de fevereiro. Ela estava com acessórios de proteção, como luvas e capacete, e por isso nada de mais grave aconteceu.

“Pratico MTB há dois anos”, conta Roberta, “e no primeiro final de semana de fevereiro fui pedalar com alguns amigos na Trilha do Limoeiro, interior de São Paulo. Essa trilha é considerada de nível iniciante, porém, era época de fortes chuvas na região. Como a estrada é de terra, as chuvas abriram valas no solo, e mesmo conhecendo o trajeto e ele sendo de nível iniciante, fui surpreendida por uma dessas valas, nos primeiros 10 km, que não estava ‘prevista’. Não deu tempo de frear. A roda da minha bicicleta entrou e caí de forma violenta, bati minha cabeça no chão, ralei as mãos e joelhos. Só não me machuquei mais porque estava de luva e capacete”.

Além de usar acessórios de proteção, Roberta compartilha outras dicas de segurança para o caso de uma surpresa desagradável na trilha, como ela vivenciou: “por ser o MTB um esporte normalmente praticado em zona rural, deve-se tomar medidas de prevenção e não abrir mão dos equipamentos de segurança, pois um hospital pode ser de difícil acesso nessas regiões. Também é recomendado estar na companhia de amigos, porque em caso de acidente, eles poderão dar os primeiros socorros ou, se o acidente provocar algum trauma mais preocupante, providenciar uma ambulância. Além disso, a companhia também gera segurança em relação a assaltos, por exemplo”.

O acidente de Roberta não foi grave justamente por ela estar com os acessórios, e por contar rapidamente com o apoio dos amigos. Dessa forma, ela conseguiu continuar a trilha até finalizar os 40 km programados, e tudo não passou de um susto.

O acidente de Roberta não foi grave justamente por ela estar com os acessórios.

Se você for pegar uma trilha em período chuvoso, por mais conhecida e fácil que ela seja, não vacile: previna-se, redobre a atenção, convide os amigos e bom pedal!

 

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