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Ana Elisa Assunção - Eu Pedalo

Ana Elisa - Assunção Salvador, BA - Relações Públicas 35 anos

Revista Bicicleta por Ana Elisa Assunção
37.041 visualizações
20/06/2012
Ana Elisa Assunção - Eu Pedalo
Foto: Roque Almeida Jr./ Márcia Meneses / Tiago Miranda

Aprendi a pedalar com quatro anos de idade, mas confesso que não gostava muito. Um ano depois, minha mãe doou a bici vermelha que eu tinha... Voltei a pedalar apenas em 2010 para me locomover em Salvador, mas antes de conseguir estar “pronta para as ruas”, passei três meses treinando. Hoje, meu fascínio pela bicicleta é usá-la como um transporte extremamente prático, prazeroso e barato.

Tudo começou com o enorme incentivo do meu namorado Roque. Ele já tinha bastante experiência em pedalar nas ruas, como transporte e sem nenhum acidente. Foi necessário, antes de ir para o trânsito, que eu aprendesse a manejar a bike com firmeza, soubesse andar em linha reta, passar as marchas, segurar firme no guidão.

Esse treinamento começou primeiro na ciclovia de lazer perto de casa e depois fomos para a rua para fazer percursos curtos, no próprio bairro, em horário de menos movimento de veículos. Ocorre que são dois aprendizados ao mesmo tempo: a questão técnica de controlar a bike e a questão do trânsito propriamente dita.

O começo requer esforço e persistência, mas isso foi sendo superado pelo prazer que eu sentia em sair de um bairro e chegar em outro. Minha gratidão a Roque é eterna, pela paciência, pela dedicação e perseverança dele para comigo. Ele foi um super bike anjo (que é ter alguém experiente acompanhando um iniciante). Na rua, Roque foi me dizendo o que fazer, como antecipar as situações para evitar os sustos e fui vendo que usar a bike no trânsito é uma delícia, mas requer, acima de tudo, muita atenção e antecipação (é um veículo, afinal!).

Depois de um tempo, comecei a curtir cada vez mais. Os medos foram dando lugar ao condicionamento e à atenção. Lembro como se fosse hoje do primeiro dia que fui trabalhar de bike. Eu queria que no Dia Mundial sem Carros de 2010 (22 de setembro) eu já estivesse usando a bicicleta, e voilá! Lá estava eu, pedalando de saia, bem feminina, os 11 km que separam a minha casa do meu trabalho. Escolhi as ruas de menor movimento entre os três bairros que atravessava, evitando as vias principais e mais movimentadas.

A participação na Bicicletada Salvador – Massa Crítica e as saidinhas com grupo de amigos aumentaram a autonomia e fui me sentindo cada vez mais confortável em me locomover com a bike na cidade; fui observando cada vez mais a minha cidade. E isso é uma mudança incrível, se pensarmos em mobilidade urbana, por que a bike sai do seu lugar de transporte individual e ganha uma dimensão coletiva e humanizadora das ruas.

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