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A crescente demanda por e-bikes

Revista Bicicleta por Anderson Ricardo Schörner
36.377 visualizações
15/01/2013
A crescente demanda por e-bikes
Foto: Thinkstock

Existe uma atenção muito grande da mídia sobre os carros elétricos, defendidos como uma solução sustentável para a mobilidade urbana. Mas a verdade é que o veículo elétrico mais bem-sucedido atualmente é a bicicleta.

Nos últimos anos, inúmeras marcas e modelos de e-bikes têm surgido no Brasil e no mundo. Empresas já consagradas no mercado também lançam suas bicicletas elétricas, acompanhando a demanda.

Aos poucos caem os argumentos mais céticos com relação a essas bikes e por motivos óbvios: elas são fantásticas para quem mora em cidades com relevo muito acidentado, para quem precisa percorrer trajetos mais longos ou até mesmo para pessoas que têm problemas de saúde e não poderiam fazer exercícios físicos regulares na bicicleta.

Segundo estudo da Pike Research, com sede em Boulder, E.U.A, empresa especializada em pesquisas e análises de mercados mundiais de tecnologias limpas, estima-se que as vendas de e-bikes chegarão a 30 milhões de unidades em 2012, movimentando 6,9 bilhões de dólares.

O estudo projeta um aumento anual médio de 7,5% nas vendas entre 2012 e 2018, o que resultará em um volume de mais de 47 milhões de unidades vendidas em 2018. O continente americano é o mercado mais modesto atualmente, mas também é o que tende a crescer mais rápido, cerca de 22% ao ano no mesmo período. A China é o maior mercado com 92% das vendas de bicicletas elétricas.

Um dos motivos dessa alavancagem é o fato das bicicletas estarem ganhando adeptos: motoristas têm percebido que é mais vantajoso andar de bicicleta e estão trocando de modal para se locomover. Para muitos, essa mudança é difícil. Aí entra a tecnologia da assistência elétrica, que torna mais suave a transição: física e mentalmente.

Desafios existem, principalmente com relação à imaturidade da tecnologia, a falta de mão-de-obra especializada para dar a manutenção e o suporte pós-venda, além  da confusa legislação vigente, que precisa ser mais específica em relação às e-bikes.

Mas a tendência é que mais profissionais se capacitem e que a tecnologia evolua bastante, principalmente com relação à autonomia, peso e durabilidade dos componentes elétricos, já que os “inventores de garagem” continuam criando inovações interessantes e as grandes marcas de bicicleta já investem em pesquisa para lançarem produtos de ponta. O cenário não poderia ser mais otimista!

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